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Reserva Natural Salto Marato

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A Reserva Natural Salto Morato está localizada em Guaraqueçaba, no litoral Norte do Paraná. Em 1994, a área foi comprada com o apoio financeiro da The Nature Conservancy e, no mesmo ano, foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Desde 1996, é aberta ao público e se tornou uma das atrações turísticas do município de Guaraqueçaba (PR). Em 1999, foi reconhecida pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.

A Reserva Natural Salto Morato abriga uma área de 2.253 hectares de Mata Atlântica e encontra-se em região com expressiva concentração de espécies de aves endêmicas – ou seja, que ocorrem apenas no bioma -, sendo várias delas ameaçadas de extinção.

O local conta com trilhas interpretativas, alojamento para pesquisadores, centro de visitantes, quiosques, camping, centro de pesquisa e laboratório, além de uma estação meteorológica (no padrão do Sistema Meteorológico do Paraná – SIMEPAR), que registra dados climáticos a cada 15 minutos. Não é permitida a entrada de qualquer animal de estimação ou doméstico incluindo, mas não se limitando a: cachorros, gatos, coelhos e aves de qualquer espécie ou porte. A presença desses animais, mesmo acompanhados de seus donos e com documentação de viagem e carteira de vacinação em dia, pode interferir no equilíbrio e na preservação da reserva.

Desde a sua criação, a Reserva Natural Salto Morato dá apoio a pesquisas científicas, disponibilizando estruturas físicas e de pessoal, até o custeio de despesas com transporte, alimentação ou equipamentos de campo, dependendo do objetivo proposto por cada projeto.

Até hoje, foi registrada a ocorrência de 646 espécies vegetais vasculares, 93 espécies de mamíferos, 325 espécies de aves, 36 espécies de répteis, 61 espécies de anfíbios e 55 espécies de peixes na Reserva Natural Salto Morato.  (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário). (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário).

Assista o vídeo da reserva e se encante:

  • INGRESSOR$ 10,00 (inteira)
    R$ 5,00 (meia)  (na data desta postagem)
  • CAMPING Diária de R$ 15,00 por pessoa.É necessário reservar com antecedência por telefone ou e-mail.
  • HORÁRIOS: De terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h30**  (melhor sempre ligar antes pois pode ocorrer que em alguns períodos a reserva esteja fechada).
  • Recomendamos também não chegar após as 16 horas para fazer a trilha até o salto, embora a trilha seja limpa e sinalizada, levamos próximo de uma hora e trinta para percorre-la (ida e volta).
  • CONTATO: morato@fundacaogrupoboticario.org.br(41) 3375-9671

 

 

 

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Prudentópolis

Prudentópolis

Enquanto  executamos todos os preparativos para nos lançarmos na estrada,  resolvemos ir fazendo algumas viagens mais curtas, somente com a barraca, para irmos esquentando as turbinas.

Conhecer as cachoeiras gigantes em  Prudentópolis não poderia faltar em nosso roteiro, afinal, elas são de fato incríveis, e lá também esta plantada um pouquinho da história do Pedro, que quando meninote frequentou o seminário local, de origem Ucraniana é claro, pois essa é a sua descendência.

A cidade relativamente nova com apenas 107 anos de idade  e com aproximadamente 49 mil habitantes, destaca-se especialmente pelo seu aspecto religioso formada em sua maioria por imigrantes Ucraniano. Consta nos registro que em   1896 ocorreu a entrada de 1.500 famílias, em um total aproximado de oito mil pessoas. A imigração continuou até os anos de 1920, diminuindo ao longo do tempo.

Assim, Prudentópolis tornou-se o município brasileiro que mais receberam ucranianos. Nesse processo de colonização, destaca-se também a vinda de outros povos, como poloneses, alemães e italianos. Esses imigrantes  dedicaram-se à agricultura, pecuária e à pequena indústria, contribuindo para o progresso e a prosperidade da região. Todo esse processo resultou no estabelecimento de Prudentópolis como município, através da lei estadual nº 615, de 5 de março de 1906, com seu território desmembrado de Guarapuava, no dia 12 de agosto do mesmo ano.

Infelizmente em razão do pouco tempo que tínhamos para conhecermos o local, optamos por nos concentrarmos nas cachoeiras e acabamos não podendo visitar o Museu (que estava fechado na ocasião) e as muitas Igrejas, a grande maioria pode facilmente ser  reconhecida pelas belíssimas cúpulas de origem bizantina que majestosamente habitam os topos de toda igreja Ucraniana, seja ela pequenina capela ou uma majestosa Arquidiocese.

A beleza e significado das Igrejas Ucranianas são tamanhos que merece aqui um parágrafo a parte, mesmo incorrendo no risco do texto estender-se demais e fugir um pouco do assunto Cachoeiras, mas falar de Prudentópolis sem frisar esse lado cultural e religioso do seu povo é quase impossível.

Passamos em frente de várias, fotografamos algumas mas não pudemos entrar, ou porque estavam fechadas no horário que passamos ou em razão do nosso tempo apertado para visitarmos o local. Ainda assim a beleza das cúpulas nos causou tanto encantamento que resolvemos pesquisar um pouco mais sobre o assunto e descobrimos o Sr Hryhorij Nedorub, que gentilmente aceita ser chamado de Gregório pela dificuldade em pronunciar seu nome e que aos 76 anos, esse ucraniano morador em Curitiba e imigrante  da região de Poltava é o último artesão a dominar a técnica de construir cúpulas, principal símbolo da arquitetura religiosa ucraniana.

De formato geralmente arredondado e octogonal, elas simbolizam a chama de uma vela que conduz ao céu. “Uma única cúpula significa a fé em um único Deus, três indicam a Sagrada Família ou a fé na Santíssima Trindade e cinco sinalizam Cristo cercado pelos quatro evangelistas. Do lado de dentro, elas ainda reproduzem a abóboda celeste.”

Apesar de toda essa riqueza simbólica, é fácil saber se uma cúpula é de Gregório. Suas marcas registradas são os revestimentos “escamas de peixe” em aço inox ou alumínio, e as esferas de metal abaixo das cruzes. Construtivamente, elas são similares às outras, com esqueleto de madeira ou metal, revestido com tábuas e coberto por telhas, encontradas em algumas Igrejas da cidade de Curitiba. IMG_20160513_124031463_HDR

IMG_20160515_134559240Igreja Ucraniana Nossa Senhora do Patrocínio – foto Pedro Lucavei Filho

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Bem, vamos as cachoeiras!

Nossa maior dificuldade foi encontrar um Camping na região que tivesse a estrutura adequada para campistas e por um preço justo, é claro. Depois de muito procurar encontramos o Perehosky da dona Izabel que nos atendeu muito bem, embora tenha se esquecido de  nos avisar que a luz na área do Camping era 220V o que resultou em uma lâmpada queimada logo na chegada,  depois nos emprestou um transformador o qual também conseguimos queimar (repusemos por um novo é claro, como manda o bom senso, mas também ganhamos um litro de vinho como cortesia).

Sem nosso fogãozinho elétrico (110V) de duas bocas, companheiro de guerra passamos a fazer café tropeiro e comer só o que a churrasqueira podia nos proporcionar, o quê acabou encurtando nossa estadia em 6 dias (pretendíamos ficar 10, pudemos ficar apenas 4 entre chuva, trovoadas e espasmos de sol), entretanto, a limpeza do local, especialmente dos banheiros merecem nossa consideração, sem falar que dentro do Camping esta localizado a cachoeira Perehosky  que divide-se em uma queda menor próximo as churrasqueiras e outra queda um pouco maior localizada ao lado de um paredão de Pedras que conduz mais a frente a uma pequena caverna que visivelmente esta se aprofundando na rocha devido a umidade que desce pelas raízes das árvores que ficam logo acima. Também possui um poço formado entre as rochas no qual esta fixado  uma placa restritiva de PERIGO.

IMG_20160515_094254090_HDRCamping Perehosky

IMG_20160512_174415473Ache nosso Pet (Duda parceirinha)

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Cachoeiras do recanto Perehosky

Recanto Ninho do Corvo

Muito próximo ao recanto Perehosky esta localizado  outro Camping chamado Ninho do Corvo, mas que funciona apenas nos finais de semana e que para acampar é obrigatório comprar  o pacote turístico de trilhas ou Tirolesa, o que torna praticamente inviável pra quem quer acampar durante a semana ou que não tem interesse nos pacotes vendidos. Embora o local seja lindo e o atendimento seja de grande simpatia fato aliás que nos proporcionou o uso do wi-fi para mandar notícias para a família.

Salto São Sebastião:

A segunda queda que visitamos foi a São Sebastião, localizado aproximadamente uns 5 quilômetros do Camping em que estávamos. Lá conhecemos o simpático Sr Igor que nos explicou que estão arrumando o local para poder hospedar visitantes, hoje não há muita estrutura, apenas alguns pequenos quartos e banheiros feitos em madeira bastante simples e sem tomadas específicas para camping, ainda assim, só a receptividade faz ter vontade de ficar por ali.

A trilha a ser percorrida para conhecer a queda leva em  torno de uma hora e é bastante tranquila, para qualquer idade sem grandes atropelos. Há 3 quedas, uma logo no inicio da caminhada bem pequena seguida de outras duas magníficas quedas que ficam quase de frente uma para outra. Uma delas que é a que domina-se de Salto São Sebastião tem em torno de 120 metros de altura e com maior volume de água, nesta é possível chegarmos praticamente ao lado amparados por um guarda corpo gradeado para fazer fotos com maior segurança,

Do outro lado quase em frente fica o Salto denominado Milot que é um paredão de pedras com água em menor volume que se espalha através dele, este com aproximadamente 130 metros de altura.

Quase no final da trilha tem um mirante em madeira, já um pouco judiado pelo tempo, mas que nos proporciona uma bela vista frontal à cachoeira mais volumosa.

Entrada no Salto São Sebastião

Salto Milot (em frente ao Salto São Sebastião)

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Salto São Franciso:

Este sem dúvida foi o salto que causou maior emoção e desafios, começando pela estrada de acesso. Embora estivéssemos em uma caminhonete 4×4 havia lugares que parecia um tanto estreito demais para se passar. Todo o trajeto foi feito em estrada de chão, com muitos buracos e pedras, isso porque optamos em pegar um atalho que segundo os moradores não daria para fazer com um carro de pequeno apenas com tração dianteira, e eles estavam certos. A outra opção seria ir pela Br 277 pela Serra da Esperança, próximo a Guarapuava em que o acesso é mais tranquilo mas bem mais longo do Camping em que nos encontrávamos.

Mas o ponto chave da emoção foi a trilha que resolvemos fazer juntamente com um casal que conhecemos no Camping, eles, com longa experiência em trilhas por todo o Brasil foram  pra nós,  fonte de grande aprendizado.

A grande maioria dos visitantes passeia apenas nas trilhas no topo da cachoeira, onde a paisagem também é linda, mas não se iguala a beleza vista de baixo. É  possível entender porque poucos se aventuram na trilha, afinal são aproximadamente 4 horas de caminhada em terreno inóspito (2 indo e 2 voltando), em alguns lugares é necessário quase uma escalada para superar os obstáculos. Passagens entre pedras escorregadias e entre raízes, galhos ou troncos de árvores, ainda assim vale todo o esforço.

Na volta paramos para apanhar água e também para deixar a Duda (nossa pequena pet) esticar as perninhas e tomar água direto na fonte. Imagine um bichinho que não latiu uma vez sequer, curtiu o passeio confortável na bolsinha que hora era carregado por um, hora por outro especialmente na subida de volta em que o fôlego meu e do Pedro já não era mais o mesmo.

A queda São Francisco é majestosa e considerada uma das mais altas do Brasil, com 196 metros de altura é a única na região que tem entrada gratuita pois é um parque municipal. Possui banheiros limpos, lanchonete, e funcionários uniformizados para prestar suporte ao turista, porém não é permitido acampar dentro do parque.

Vista de baixo é ainda mais imponente e  refrescante (considerando que tava frio e havia chovido, tínhamos que tomar cuidado para não se molhar com os esguichos de água que se formavam quando a água batia nas pedras)

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Cachoeira São Francisco

 

Salto São João

 A trilha é muito tranquila e curta. Esta localizada dentro de uma propriedade particular,  cujo proprietário,  tem uma lanchonete e uma pousada logo na entrada da reserva, entretanto ao sentarmos para degustar um peixinho frito e uma porção de aipim tivemos a oportunidade de conversarmos um pouco com o proprietário e descobrimos que ele fez um bom investimento na estrutura como piscina, restaurante e a pousada e esqueceu do mais importante, aventureiro gosta mesmo é de camping, e nesse quesito deixou a desejar pois nem mesmo banheiros exclusivos, ou pontos de luz, ou ainda uma pia, fogão e geladeiras comunitários haviam no local para atender campistas, uma pena porque foi o único que encontramos na região que tem piscina e se ele tivesse olhando para o lado certo poderia lotar nos períodos mais quentes. Demos a dica como amantes do  campismo que somos, dicas aliás que foram bem recebidas pelo proprietário e nos pareceu um pouco perdido e incrédulo com o sucesso do negócio em razão do baixo movimento e faturamento.

A cachoeira embora imponente com seus 84 metros de queda, não nos impressionou muito pois dá para ver muito pouco do topo dela e não tem trilha para descer. Ao longe da estrada tem um ponto em que as pessoas param para tirar fotos de frente, mas a visão é relativamente longe.

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Salto Barão do Rio Branco

 Situado no Rio dos Patos, com 64 metros de altura e significativo volume de água, o Salto Barão do Rio Branco é utilizado para a geração de energia elétrica, através de uma Pequena Central Hidrelétrica, de propriedade da “Santa Clara Indústria de Cartões”.

O Salto me pareceu tão perigoso quanto imponente. Logo na entrada dá para perceber o descaso com os visitantes. Faltam placas sinalizando a chegada ao local, logo na entrada existem algumas casas e uma placa de “PROIBIDA A ENTRADA” o que gera dúvidas se o local é o correto. O Pedro seguindo dicas de pessoas que cruzamos pelo caminho resolveu arriscar, mas confesso que o local me deu frio na espinha. Por ser uma usina para geração de energia, é preciso primeiro passar uma ponte gradeada metálica, assim tivemos acesso ao topo da cachoeira que não tinha grades de segurança, ou melhor, tinham duas distantes uma da outra e já tortas pelo tempo e falta de manutenção. Depois encontramos uma escada imensa que desce ao lado de uma tubulação gigantesca, é assustador, mas o pior mesmo é que havia uma placa no topo da escada alertando para acidentes e risco de afogamentos. Bem, não preciso dizer que o Pedro resolveu sob meus protestos de descer sozinho, e eu lamentei por tamanho descaso em uma das cachoeiras com maior volume de água e belíssima que encontramos pelo caminho.

B.R.B.

Salto Manduri

 O local, também conhecido como Recanto Rickli é muito bonito e bem estruturado, com piscina, restaurante, banheiros e nos pareceu tudo muito limpo e organizado, entretanto o simpático atendente nos informou que não é mais possível acampar no local devido a onda de assaltos que estavam ocorrendo, é, até no paraíso os bandidos já chegaram.

Com muita atenção fomos conduzidos para conhecer o salto que não é muito alto, apenas 32 metros de altura, entretanto possui 100 metros de largura, ótimo pra praticar meditação ouvindo o som da água caindo.

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Salto Sete

O Salto Sete é uma cachoeira com 77 metros de altura localizada a apenas 11 km do centro de Prudentópolis.
O lugar é repleto de belezas naturais: rios, nascentes, cachoeiras, animais silvestres e o maior canyon de Prudentópolis.
Pode ser praticado esportes radicais como: cascading, rapel e tirolesa. Somente com agendamento.

Possui também  pousada em forma de chalezinhos, bem simpáticos por sinal e um grande salão para eventos muito bonito e bem estruturado. A simpatia dos atendentes é impar, e até o cãozinho da casa nos serviu de guia e ficou assim, digamos, meio apaixonado pela Duda, tivemos que ficar de olhos nesses dois (risos).

Lamentamos por não podermos fazer uma trilha no local sem agendamento prévio, pois a cachoeira só pode ser vista de cima e de longe e a visibilidade não é das melhores.

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Este post já ficou muito extenso, então vamos nos despedindo por aqui com uma breve recomendação, VÃO CONHECER PRUDENTÓPOLIS, vale a visite com toda certeza, nós ainda vamos voltar com mais tempo pra pesquisar cada pedacinho  da cidade, um abraço amigos e até a próxima.

Passeio em Saltinho – Tijucas do Sul

Reserva Ecológica de Saltinho, localizada em Tijucas do sul.
Um local para ficar em harmonia com a natureza ouvindo o som espetacular da cachoeira que desce pelas pedras logo em frente ao restaurante cuja comida é feita com muito capricho. Para quem quiser passar finais de semana tem chalés para locação ou um Camping com toda infraestrutura, infelizmente não foi possível irmos com o Trailer pois as ruas que ficam internas na reserva são curvilíneas, de chão e muito esburacadas o que impossibilita o acesso, mas com carro de passeio é tranquilo….Recomendamos

Pontos Históricos e Culturais em Curitiba

Neste pôster vamos colocar um “Mix” de dicas de alguns pontos  culturais em Curitiba que valem a pena dar uma passadinha pra conhecer.

TEATRO GUAÍRA

http://www.escoladedancateatroguaira.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=13358

teatro guaira

TEATRO LALA SCHNEIDER

http://www.teatrolala.com.br/?menu=sobre

Teatro Lala schinaider

CATEDRAL DE CURITIBA

Catedral

A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bulaAd universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

IGREJA DO ROSÁRIO DOS PRETOS

Igreja do Rosário

A atual Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito é uma construção de 1946, em estilo barroco. Construída no mesmo local da antiga igreja, demolida em 1931.

A primeira igreja do Rosário foi construída por escravos e para os escravos, inaugurada em 1737, em estilo colonial. Era a terceira igreja de Curitiba, depois da Matriz e da Igreja da Ordem. O nome original era Igreja de Nossa Senhora dos Pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, a igreja perdeu sua razão original de ser. Serviu de matriz de 1875 a 1893, durante a construção da Catedral, na Praça Tiradentes.

Mais informações sobre cultura negra em Curitiba e o antigo templo►

Em 1951, foi confiada aos jesuítas. Na década de 1970, passou também a ser chamada de Santuário das Almas, onde se realiza com frequência missas de corpo presente.

A fachada atual ainda tem azulejos da igreja original. Seu interior abriga azulejos portugueses, com os Passos da Paixão, e o túmulo do Monsenhor Celso, antigo pároco de Curitiba, falecido em 1931.

Fica na Praça Garibaldi, Centro Histórico.

O PAÇO DA LIBERDADE

Paço da Liberdade

O antigo prédio do Paço Municipal foi restaurado e reinaugurado como Paço da Liberdade, em março de 2009.

Construído de 1914 a 1916 no antigo Largo do Mercado, segundo o projeto do engenheiro e prefeito Cândido de Abreu. O prédio do Paço Municipal foi sede da Prefeitura de Curitiba até 1969 e sede do Museu Paranaense, de 1973 a 2002.

O edifício histórico de arquitetura eclética, com elemento sart-nouveau, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 1941. A restauração manteve todas as características externas do prédio.

O atual Paço da Liberdade é um centro cultural multifuncional administrado pelo SESC Paraná, que obteve a concessão da prefeitura municipal por 25 anos. As atividades culturais incluem cursos, exposições e palestras.

São quatro andares. O térreo possui sala para acesso livre a internetbiblioteca e o Café do Paço. O segundo andar tem sala de aula, o Cine Pensamento e o Laboratório de Artes Eletrônicas. O terceiro pavimento abriga ambientes para conferências, apresentações artísticas e gravações de bandas independentes. O último andar abriga o Espaço das Artes e o Estúdio Pedagógico.

A entrada principal fica na praça Generoso Marques. A entrada do Café do Paço é feita pela praça José Borges de Macedo, no Centro.

http://www.sescpr.com.br/unidades/sesc-paco-da-liberdade/

MUSEU DO EXPEDICIONÁRIO

Museu do Expedicionário

O Museu do Expedicionário, criado em 1946, ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses.

Possui farto material histórico, incluindo muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela Força Expedicionária Brasileira, pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha de Guerra do Brasil.

O Museu do Expedicionário é  mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão dos ex-combatentes  que serviram na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Grande Guerra.

Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

Fica na praça do Expedicionário, Alto da XV.

Universidade Federal do Paraná

UFPR

A UFPR foi criada em 04 dezembro de 1950, pela Lei nº 1.254, em um processo de federalização da antiga Universidade do Paraná, iniciado pelo baiano Clemente Mariani, o Ministro da Educação, na época.

A Universidade do Paraná era uma instituição estadual, fundada em 01 de abril de 1946. Foi a segunda instituição com o nome de universidade criada no Estado. Herdou as unidades da primeira Universidade do Paraná, uma instituição particular, fundada em dezembro de 1912, que começou a funcionar em março de 1913 e extinta antes de 1918, por não atender a requisitos legais da época. Suas unidades foram novamente reunidas quando da fundação da Universidade do Paraná, em 1946.

Localizada na Praça Santos Andrade.

Museu Oscar Niemayer

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um espaço dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura, Urbanismo e Design. Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina.

O MON foi inaugurado em 2002. O projeto é de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro que leva seu nome. O Museu Oscar Niemeyer já realizou ao longo deste período mais de 300 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Com um total de 12 salas expositivas, a cada ano são realizadas mais de 20 mostras, que juntas recebem um público superior a 300 mil visitantes. No fim de dezembro de 2013, MON chegou à marca de 2 milhões de pessoas que visitaram a instituição desde o início da contagem, em 2003.

Com uma equipe multidisciplinar, que visa aproximar e aperfeiçoar a experiência dos visitantes com as artes visuais, o Museu possui o setor de Ação Educativa que atende diariamente estudantes, professores e o público em geral, bem como realiza cursos e oficinas, abertas ao público, com o objetivo de capacitar pessoas no desenvolvimento de trabalhos e projetos.

Documentação, Acervo e Acessibilidade

O MON possui o Centro de Documentação e Referência com um acervo de mais de 9 mil publicações e periódicos para pesquisa. Entre os títulos encontram-se livros sobre história da arte, revistas especializadas, catálogos de exposições, vídeos com depoimentos de artistas e curadores, e um arquivo fotográfico constituído por registros de obras e de artistas paranaenses, que estão sempre disponíveis para livre consulta dos visitantes. O acesso à biblioteca é gratuito e os usuários recebem acompanhamento especializado. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e no primeiro domingo do mês das 12h às 18h.

Outro setor importante é a Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo critérios internacionais. O acervo do MON possui mais de 3.400 mil peças, composto por obras dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Othake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, entre outros.

Quando completou uma década de existência, em 2012, o MON ampliou o acesso gratuito às exposições e o ao horário de funcionamento, reforçando a sua missão social e o seu compromisso com a democratização do acesso e a formação de público.

O espaço foi eleito – também em 2012- um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire e foi escolhido pelo público do TripAdvisor – maior site de viagens do mundo – um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Além disso, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento no final deste ano, que revela que 94% dos entrevistados qualificam o MON como ótimo ou bom, e que 98% pretendem voltar ao museu para uma nova visita. Em 2015, o MON foi escolhido como um dos 10 museus do Brasil para colocar na lista de viagem pelo site de turismo “Pure Viagem”. Nesta lista estão o Museu Imperial, no Rio de Janeiro, o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Instituto Ricardo Brennand, em Recife, entre outros.

Prêmio

Em 2013, o projeto “Arte para Maiores” do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi contemplado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) com o “Prêmio Modernização de Museus”. O projeto viabiliza a criação de um programa específico de sensibilização para a arte dirigido para o público com mais de 60 anos.

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Histórico

A história do museu teve início em 1967 quando o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o que é hoje o prédio principal, inaugurado somente em 1978 e então chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco. Em 2001, 23 anos depois de sua inauguração, as autoridades do Estado decidiram transformar a generosa área em museu e, em 22 de novembro de 2002, o edifício deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar no, inicialmente batizado, Novo Museu.

O prédio passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho, ambos de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

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Estrutura do complexo do MON

O prédio principal, distribuído em três pisos – subsolo, térreo e primeiro pavimento –, tem estilo moderno e é totalmente estruturado a partir de linhas retas. A estrutura do prédio é de concreto protendido, que permite vencer os grandes vãos da edificação com um enorme arrojo estrutural. A Torre, também conhecida popularmente como “Olho”, totaliza o complexo com seus quatro andares de espaço para exposições.

Além das salas expositivas, a estrutura também dispõe de um auditório, com capacidade para 372 pessoas sentadas; um ambiente exclusivo para realização de eventos externos para 500 pessoas; o MON Loja, com produtos personalizados com a marca do Museu e o MON Café, um ambiente aconchegante para alimentação, encontro e lazer.

O Museu conta ainda com 316 vagas nos dois estacionamentos térreos, um frontal – acessado pela Rua Marechal Hermes – e outro localizado na parte de trás – com acesso pela Rua Manoel Eufrásio.

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Térreo

Na extremidade Norte, está a bilheteria, o MON Café e a MON Loja. Na parte Sul, localiza-se a entrada do Museu e o espaço para o Salão de Eventos.

Primeiro Piso

Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.

Subsolo

Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras do arquiteto, batizado de Espaço Niemeyer, o Pequeno Auditório, além da sala expositiva Galeria Niemeyer, as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, que abriga a exposição permanente de algumas obras que pertencem ao acervo do Museu , o Centro de Documentação e Referência, o Laboratório de Conservação e Restauro e a Reserva Técnica. Este último setor é equipado com móveis especiais para a adequada acomodação da coleção do acervo como trainéis, mapotecas e armários deslizantes.

Anexo

Instalado à frente do edifício principal e internamente ligado a ele por um túnel, o anexo reconhecido pela denominação de Olho, tem 30 metros de altura e é composto por quatro pavimentos. O salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados para exposições e ainda completam a estrutura o Espaço Araucária e o miniauditório.

Ópera de Arame em Curitiba

Considerado um dos mais belos e importantes pontos turísticos de Curitiba, a Ópera de Arame também se caracteriza como um espaço destinado as mais diversas manifestações artísticas.

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A inauguração aconteceu em 1992 durante o I Festival de Teatro de Curitiba com o espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, numa montagem do diretor Cacá Rosset. O objetivo era suprir a dificuldade de se realizar alguns eventos na Pedreira Paulo Leminski em razão da falta de cobertura.Domingos Bongestabs foi o arquiteto responsável pela obra.

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A estrutura formada por tubos de aço e vidro torna a Ópera de Arame um dos grandes cartões postais da capital paranaense. A construção – executada em apenas 75 dias – retrata a vertente da arquitetura moderna na cidade. Há ainda a Parede da Fama em que se encontram placas responsáveis por resgatar e relembrar importantes artistas que já passaram pelo Parque das Pedreiras (Pedreira Paulo Leminski + Ópera de Arame). Destaque para nomes como Paul McCartney, Tom Jobim, Chico Buarque e Roberto Carlos.

A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site. Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)
A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site.
Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)

A Ópera de Arame recebeu ao longo de sua história espetáculos memoráveis. Foi palco de shows, eventos cênicos, encontros, congressos, formaturas, apresentações culturais e eventos em geral.  O espaço cultural contempla uma área equivalente a 04 mil m² com uma capacidade para cerca de 1572 pessoas. Fica na Rua João Gava, 970, bairro Pilarzinho, no Complexo Parque das Pedreiras.

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A sugestão para você conhecer a Ópera de Arame é aproveitar os passeios oferecidos pelas empresas do Núcleo de Turismo Receptivo de Curitiba:

Jens Tours: City tour, podendo ser personalizado de acordo com perfil do cliente, com os principais pontos turísticos de Curitiba, dispomos de serviço de Transfer e gestão em transporte de eventos para sua comodidade. Motoristas e guias bilíngues, frota própria: Vans Micro, ônibus, e carros executivos.jorge@jenstours.com.br • Tel.: 41 3398 1188.

Kuritbike: O Bike Tour Ópera de Arame é um roteiro que conta muito sobre a história de Curitiba. Acontece em ciclovias tranquilas e arborizadas; e permite a passagem por lindos parques e bosques. São eles: Passeio Público; Bosque do Papa; e Parque São Lourenço. Além disso, o passeio ainda contempla o Memorial Árabe; MON; e a Ópera de Arame. Saiba mais.

Serra Verde Express: City Tour – Manhã com visita aos principais pontos de Curitiba. Duração de 3h30. Praça Tiradentes; Catedral Metropolitana; Universidade Federal do Paraná; Teatro Guaíra; Centro Cívico; Museu Oscar Niemeyer; Bosque Alemão; Rua das Flores; Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame;Unilivre; Tanguá. Saiba mais.

Special Paraná: O Curitiba City Tour – Intensivo Dia Inteiro te leva uma descoberta por Curitiba que dura 09 horas. Tem caminhada pelo centro da cidade; almoço em Santa Felicidade; visita a Museus e Parques. Saiba mais.

OneTur: O Passeio pela Cidade de Curitiba inclui um tour com 04 horas de duração que irá te levar para os principais e mais belos pontos da capital paranaense.Visitas Externas: Praça Tiradentes; UFPR; Teatro Guaíra; Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro; Museu Oscar Niemeyer. Visitas Internas:Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame; Unilivre; Parque Tanguá; Relógio das Flores. Saiba mais.

AH Turismo: O City Tour tem como uma das atrações o passeio pelo MON. Além disso, inclui locais como Largo da Ordem, Bosque do Papa, Ópera de Arame,Parque Tanguá, Unilivre, Praça Tiradentes, Catedral, Rua das Flores, Centro Cívico, Jardim Botânico, entre outros.